Já faz tanto tempo que não dá mais para saber se os olhares seriam os mesmos - provavelmente não. Questiono imagino inclusive como seria a expressão corporal, se ocorresse de um dia estarmos frente a frente outra vez.
As coisas andam atribuladas... mas procuro conforto nas lembranças de uma época na qual me foi concedida uma honra magnífica. Sempre que penso que finalmente superei, algo acontece que me remete novamente àquele tempo em que, apesar de tudo, havia entendimento e apoio mútuo. Procuro tentar acreditar que não existem pessoas insubstituíveis, apenas insubstituídas, só que falho nisso.
Uns diriam se tratar de caso patológico, outros apenas olhariam com desprezo. Mas ainda sustento, paciente, como um bunker no meio da Antártida. Espero pelo teu sinal de resgate...
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
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